Nosso Brasil amanheceu
mais perplexo do que ontem.
Agora são dois
ex-governadores presos do Rio de Janeiro.
Se Anthony Garotinho usou dinheiro público (via programa social "chequezinho")
para benéficas doações ao contribuinte com retorno de votantes no pleito
eleitoral municipal de 2016 em Campos dos Goytacazes, a magnífica operação lava
jata chega até o outro ex-governador Sérgio Cabral também uso do dinheiro
público (indireto) via troca contratos de reformas e construções em infra-estruturas
públicas, todo mês o citado ex-governador recebia mesada de empreiteiras uma
delas a Andrade e Gutierrez que pagou durante todo o ano de 2016 era r$
500,00.00 mil todo mês (isso pra citar só uma empresa).
Malvada,
antidemocrática e imbecil população brasileira (disse no band news Ricardo
Boechat) que no congresso ontem suplicou aroma de moral e ética e clamou a
justiça federal e as forças armadas.
A tudo os poderes
do congresso nacional, executivo e judiciário no atraso discutem o indiscutível
fim dos super-salários do funcionalismo público e o STF vota se cria mais uma
taxação no pobre cidadão na incidência de contribuição das gratificações
temporárias e dos adicionais de férias, noturno e insalubridade.
O pacote
anticorrupção está vindo da justiça sem atingir a própria justiça criando certo
distanciamento a corrupção.
Precisamos agora
de um pacote anti-governo no meu bolso, pois aqui irmão o pobre cidadão
federado paga tudo, não suplica e nem clama nada.
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